RSS

Notícias e novidades em tecnologia e recrutamento

Guardar
4 de agosto de 2025 - ECO

Consultora portuguesa Winning entra na Austrália, quase três anos após venda a franceses

Consultora portuguesa Winning entra na Austrália, quase três anos após venda a franceses

Empresa de Lisboa que faz assessoria de gestão e tecnológica investiu mais de meio milhão de euros para chegar ao mercado australiano e prepara a abertura de uma subsidiária em Singapura e América. 

A assessoria lisboeta atravessou o globo até Sidney e tem voos (ainda) mais ambiciosos. A consultora portuguesa Winning, que foi comprada pelos franceses da Alan Allman Associates, entrou na Austrália com um investimento de cerca de um milhão de dólares australianos (mais de meio milhão de euros), avançou ao ECO o fundador.

A internacionalização para o mercado australiano dá-se com a abertura de um escritório em Sidney, a cidade mais populosa do país, e quase três anos depois de a consultora de Lisboa ter sido vendida à Alan Allman Associates, que negoceia na bolsa de Paris e e está presente nos principais continentes (Europa, Oceânia, Ásia e América) à exceção de África.

“A Austrália tem imensas oportunidades. É maior do que a Europa do ponto de vista de dimensão territorial, mas tem rácio de pessoas por quilómetro quadrado inferior à Europa, portanto está tudo por fazer. A abertura do escritório aconteceu formalmente em julho, mas vamos iniciar atividade a partir de setembro”, afirmou o empresário Leandro Ferreira Pereira ao ECO.

A operação vai ser liderada por um ex-executivo da Mastercard, que deixou o cargo de diretor de dados na empresa de pagamentos para se dedicar a este novo desafio profissional. Bruno Sousa, que também foi responsável de Estratégia e Insights no grupo Best & Less Group Holdings Limited, tem em mãos a missão desenvolver o negócio local, recrutar e apresentar resultados a partir do catálogo de serviços que já tem em Portugal e Espanha.

Segundo o fundador da Winning, as empresas na Austrália têm uma mentalidade mais aberta, “totalmente diferente do mercado português, que é muito conservador” e tem “falta de ambi...

Consultar artigo completo em ECO

Newsletter
Newsletter
Estas notícias no teu email aqui!