Ex-Revolut captam 2,2 milhões para criar conta bancária na blockchain
Dupla de fundadores portugueses, João Alves e Guilherme Gomes, estiveram vários anos a trabalhar na Revolut no Reino Unido. Agora lançam a versão beta do seu projeto, a Bleap.
João Alves e Guilherme Gomes terminaram o mestrado em Engenharia e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) em 2019 e rumaram a Londres para trabalhar na Revolut. Saíram no ano passado para lançar o seu próprio projeto, a Bleap. Agora, fecharam uma ronda pré-seed de 2,3 milhões de dólares (cerca de 2,2 milhões de euros) para criar uma conta bancária na blockchain. A versão beta da Bleap arranca agora, com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2025.
“Em 2019, após terminarmos a faculdade, emigrámos para Londres para trabalhar na Revolut, numa altura em que a empresa estava a crescer rapidamente. Aprendemos imenso lá, e, antes de sair da Revolut, em 2023, era responsável global pelos cartões da empresa — tudo o que se via na app relacionado com cartões estava sob a minha responsabilidade. O Guilherme [Gomes] geria três equipas de produto quando saiu também”, diz João Alves, ao ECO.
Saíram da Revolut para fundar a sua própria startup, a Bleap. “Estamos a usar blockchain e stablecoins para criar um novo tipo de banco digital, que acreditamos ser superior ao que existe atualmente no mercado”, acredita o cofundador.
O que propõem
Agora, a startup, sedeada em Londres, com uma filial na Polónia e registada como um Virtual Asset Service Provider (VASP) na UE, captou investimento numa ronda pré-seedliderada pelo fundo Ethereal Ventures de Joseph Lubin — cofundador da Ethereum e fundador da MetaMask —, com participação da Maven11, Alliance DAO, Robot Ventures, e de angel investors da Revolut, Phantom, OKX, EigenLayer e Consensys.
A primeira versão da Bleap “é uma ...
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