Complear de Guimarães vai levantar dez milhões para completar negócio com defesa e expandir para China
Tecnológica que desenvolveu um software de compliance digital iniciou esta semana contactos com investidores. Objetivo é entrar na verificação regulatória de drones ou barcos telecomandados.
A empresa portuguesa Complear, que criou uma tecnologia para verificar requisitos regulatórios de dispositivos médicos, vai alargar o negócio para a defesa. Após quatro anos de foco na saúde e sem necessidade de financiamento externo, a tecnológica de Guimarães está pronta para captar fundos para ‘falar mandarim’ e utilizar o seu software de compliance em equipamentos como drones ou barcos telecomandados.
A Complear iniciou esta semana contactos com investidores para uma ronda de investimento série A no valor de 10 milhões de euros que, além de permitir a diversificação de clientes, financiará a expansão na China. Quem revela ao ECO esta reconversão é Miguel Amador, cofundador da Complear, durante a Web Summit Qatar, que decorre em Doha até esta quarta-feira.
“A Complear é uma das maiores empresas especialistas na área da inteligência artificial aplicada a sistemas críticos, principalmente na saúde. Crescemos bastante na área dos dispositivos médicos, portanto estamos a expandir para outras áreas de compliance, incluindo aviação, para poder falar com empresas de drones, como a Tekever”, explica o empreendedor do Minho.
Exército vai ter primeiro piloto de ‘compliance’
A startup — que utiliza software para compliance de engenharia, certificação de produto e componentes críticos — já tem uma equipa interna dedicada à nova área e está a iniciar um piloto com o Exército, que dará base ao seu futuro mais ‘defensor’. “Ainda estamos a definir as áreas, mas será especialmente na segurança de informação”, conta Miguel Amador, que viajou até ao Golfo Pérsico a bordo do programa Busines...
Consultar artigo completo em ECO




