Grupo Cegid dá 28 dias de férias aos trabalhadores e “importa” licença parental mais longa da antiga PHC
Um ano após ter adquirido a PHC Software, o grupo Cegid ainda está a trabalhar na integração e na construção de uma "cultura única", explica ao ECO a diretora de recursos humanos.
Dentro do grupo ainda se ouve “os colegas da PHC Software” e “os colegas da Cegid”. Mas o objetivo é, passo a passo, criar uma “cultura única”, comum tanto aos trabalhadores que já estavam na multinacional, como àqueles que chegaram vindos da tecnológica adquirida. Ao ECO, a diretora de recursos humanos, Rita Cadillon, adianta que, neste processo de integração, algumas das práticas da antiga PHC Software foram “importadas”, nomeadamente a atribuição de cinco dias extra de licença parental. Em paralelo, todos os trabalhadores passaram a ter este ano 28 dias de férias, mais seis do que a lei obriga.
“Uma integração de uma empresa é sempre um desafio, sobretudo na área dos recursos humanos. Já tínhamos adquirido várias empresas em Portugal, sempre de pequena dimensão (20 a 30 pessoas), fora a Primavera. A PHC Software foi a nossa maior integração até agora“, começa por explicar a responsável, em conversa com o ECO.
“A PHC Software tinha, na altura, 230 pessoas e era uma empresa com uma posição importante no mercado. Era uma marca conhecida. O maior desafio foi, ao integrarmos as duas organizações, com culturas diferentes e muito fortes, tentar chegar a uma cultura única. Ainda estamos a trabalhar nosso”, assinala Rita Cadillon, que revela que ainda não há o “sentido de pertença” desejado.
“Os processos levam tempo. É normal. É preciso sempre cortar o cordão umbilical em relação à empresa mãe e, aos poucos, irmo-nos sentido parte da organização”,comenta ainda a diretora de recursos humanos.
No ano que passou desde a aquisição, a responsável garante que não foi imposta a cultura da Cegid aos trabalhadores que chegaram vindos da PHC Software. “Seria muito a...
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