“Insurtech” Frank levanta 2,9 milhões para se tornar “um campeão português lá fora”
A startup sediada em Lisboa, que fechou uma ronda de investimento com as sociedades de capital de risco portuguesas Armilar e Start Ventures, tem como missão “eliminar o trabalho administrativo que trava o crescimento das agências de mediação de seguros”.
António Castro, que até há pouco mais de um ano era CFO da “insurtech” francesa Lovys, Ricardo Vallejo e Alexandre Silva, três amigos de longa data, juntaram as respetivas experiências em seguros, inteligência artificial e tecnologia para fundar a “insurtech” de raiz portuguesa Frank, que promete trocar a burocracia na mediação de seguros por tempo com os clientes.
Tendo começado a comercializar há menos de 12 meses, a startup garante que tem atualmente “mais de 350 agências de seguros e mais de 1.500 utilizadores”, contando com uma equipa composta por 20 profissionais, “com uma média superior a dez anos de experiência em seguros e tecnologia, e percursos na Lovys, JPMorgan, McKinsey, SAP, Accenture, FiveAI, Indie Campers e Bolt”.
“Libertação média de 10 horas administrativas por mediador por semana”
Para expandir o seu AI Operator, um assistente de inteligência artificial que executa o trabalho administrativo das agências de mediação, o Frank fechou uma ronda de investimento de 2,9 milhões de euros com as sociedades de capital de risco portuguesas Armilar e Start Ventures, anunciou, em comunicado.
“A maioria dos mediadores passa 80% do seu tempo em tarefas de ‘backoffice’, em vez de estar com clientes”, afirma António Castro. "O mediador precisa de se libertar do operacional para se focar na consultoria de risco e no cliente, para trazer mais literacia de seguros ao consumidor, e ajudar a proteger mais e melhor”, defende.
De acordo com o Frank, “o sistema integra canais de contacto como email ou WhatsApp, lê documentos, identifica de imediato o processo, sinaliza ao mediador os dados em falta, entra nos siste...
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