RSS

Notícias e novidades em tecnologia e recrutamento

Guardar
11 de fevereiro de 2019 - Expresso

Startup portuguesa entre as 100 melhores de inteligência artificial do mundo

A DefinedCrowd, startup tecnológica fundada por Daniela Braga, foi eleita pela consultora CB Insights como uma das 100 melhores e mais promissoras empresas de inteligência artificial mundiais. A consultora destaca o contributo da empresa para o desenvolvimento das indústrias onde atua. 

A DefinedCrowd, startup portuguesa especializada em modelos de comunicação e interação homem-máquina, sedeada em Seattle, acaba de garantir a entrada no ranking anual da CB Insights que destaca as 100 melhores e mais promissoras empresas mundiais que estão a revolucionar o 'mercado' da inteligência artificial (IA). A startup, fundada por Daniela Braga em 2015, foi selecionada entre um painel de mais de três mil startups mundiais analisadas pela consultora e destaca-se na área de training data (treino de dados).

A startup portuguesa é especializada em treino de dados para IA. Recolhe, estrutura e enriquece conjuntos de dados (data sets) que são utilizados em inteligência artificial, combinando técnicas de machine learning (aprendizagem automática) e human-in-the-loop (modelo que requere interação humana). Por outras palavras, combina o conhecimento humano com algoritmos de inteligência artificial para viabilizar o desenvolvimento linguístico de robôs. Ou como Daniela Braga gosta de simplificar, “para por robôs a falar”.

NO RADAR DOS GIGANTES DA TECNOLOGIA

Criada em 2015, a DefinedCrowd conquistou desde muito cedo grandes clientes internacionais. A startup tem escritórios em Portugal (Lisboa e Porto), nos Estados Unidos e, desde abril, em Tóquio. No seu portfolio de clientes integra companhias dos reputados rankings Fortune 500 e Fortune 50, como a Mastercard, BMW, Nuance ou Yahoo Japan, nos mercados americano, asiático e europeu. E percebe-se porquê: a interação homem máquina, através da voz, é cada vez mais comum. Mas para que possamos conversar com assistentes pessoais como a Siri (apple) ou a Alexa (Amazon), são necessários ...

Consultar artigo completo em Expresso

Newsletter
Newsletter
Estas notícias no teu email aqui!