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4 de fevereiro de 2021

Farfetch: novos talentos, novas regalias e uma nova identidade

Continuaram com o programa de estágios, criaram novos benefícios para os colaboradores, renovaram a sua identidade, avançaram com contratações… Parece que a FARFETCH tem vencido a luta com a pandemia e ainda prosperou. Mas 2020 não foi um de excelência para as empresas e, embora a FARFETCH tenha mantido a sua rota de crescimento, o impacto da pandemia não foi positivo.

A FARFETCH, plataforma online de moda de luxo, foi fundada por José Neves em 2008 e, em 2015, tornou-se no primeiro unicórnio (empresa com avaliação de preço de mercado superior a mil milhões de dólares) português. Esta organização verificou em 2020 uma aceleração significativa do movimento das vendas online, conquistando milhares de novos clientes. Fomos perceber, junto de Ana Sousa, VP People da FARFETCH, como foi realmente o ano de 2020 para a tecnológica e o que a pandemia trouxe a nível de preocupações, prejuízos e benefícios.

«Nós temos cerca de 500 pessoas na China que logo em janeiro tiveram de trabalhar a partir de casa; no Japão a mesma coisa, nos nossos escritórios em Tóquio. Antes de a pandemia chegar cá, já estávamos a lidar com ela na Ásia. Depois tivemos de lidar também com as preocupações dos consumidores – que, de resto, eram muito diferentes de país para país. Foi uma fase de muita incerteza, mas a equipa manteve-se resiliente.» Quem o diz é Ana Sousa, VP People da FARFETCH, que nos explica em primeira mão como foi sentida a pandemia nos quadros da empresa. Segundo esta profissional, manter a FARFETCH operacional e a crescer foi a melhor resposta que poderiam dar neste contexto disruptivo, tanto para a própria empresa como para os consumidores. E sendo que a flexibilidade já era uma realidade, e com a adaptação do onboarding para um regime remoto, sempre dando prioridade ao bem-estar e à seguranç...