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11 de fevereiro de 2026 - HR Portugal

Desafios e prioridades para 2026. Rita Correia, directora de People & Culture da Deloitte: A componente humana como denominador comum entre presente e futuro

Desafios e prioridades para 2026. Rita Correia, directora de People & Culture da Deloitte: A componente humana como denominador comum entre presente e futuro

Rita Correia, directora de People & Culture da Deloitte faz notar que «apesar das profundas transformações, a componente humana vai manter-se como um denominador comum entre o presente e o futuro. Mais do que nunca, as organizações devem procurar colocar as pessoas no centro de um futuro inevitavelmente impulsionado pela tecnologia».

O grande desafio para 2026 passará por encontrar, a cada momento, a forma certa de equilibrar três eixos essenciais num contexto de mudança acelerada, retirando o máximo partido das ferramentas tecnológicas disponíveis. São eles:

Modelos de trabalho. Garantir que o trabalho é feito da forma mais eficaz, mas também com a flexibilidade que por vezes é necessária.

Pools de talento. Atrair, capacitar e motivar pessoas num mercado marcado pela escassez de talento e pela presença crescente da IA. Isso exige uma proposta de valor mais humana, recrutamento por competências e potencial, e reforço das human skills.

Organização e cultura. Estrutura, processos e práticas que potenciem a performance e o sentimento de pertença e propósito.

A gestão estratégica deste equilíbrio obrigará as organizações e os líderes a questionarem-se se estão verdadeiramente a conseguir retirar o máximo potencial dos profissionais e que práticas poderão adoptar para promover a confiança e a responsabilidade.

O desempenho financeiro das organizações não é contraditório à valorização da dimensão humana: o essencial é garantir uma organização coerente, capaz de gerar impacto imediato sem comprometer os resultados futuros.

As tecnologias emergentes continuam a ser um desafio para todos. Não tanto pela tecnologia em si, mas pelo facto de, em grande medida, ainda serem uma realidade relativamente nova, com a qual estamos a aprender a conviver e cujo potencial está longe de ser atingido. Nesse sentido, há que saber equilibr...

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