Exército português já tem uma solução de IA soberana, o Afonso
Solução soberana concretiza uma das linhas da estratégia para a Inteligência Artificial apresentada pelo Exército em fevereiro.
Chama-se Afonso e é a primeira solução soberana de inteligência artificial desenvolvida pelo Exército Português, concretizando uma das linhas da Estratégia para IA do ramo das Forças Armadas. Junta-se ao Marinheiro de Silício, a solução de IA da Marinha Portuguesa.
“Nesta primeira fase, irá responder a um conjunto de perguntas dentro daquilo que é a intranet do Exército, às necessidades do Exército, a nível de documentação, de processos, na área logística, financeira e pessoal”, revela o Brigadeiro-General João Barroso, em entrevista que poderá ler na íntegra amanhã no ECO/eRadar.
“Neste momento, o nosso enfoque — é um dos pontos que previmos na nossa estratégia de inteligência artificial — é aumentar, não vou chamar a consciência situacional, porque isso é um termo militar, mas o awareness interno para a necessidade da utilização judiciosa e cuidada de ferramentas de inteligência artificial”, garante o Diretor de Comunicações e Informação (DCI) do Exército Português.
“A última coisa que o Exército pretende é que haja uma utilização desregulada de ferramentas de inteligência artificial, que aliás é um trend que se está a verificar muito hoje em dia, na maior parte das organizações. Qualquer pessoa tem acesso a uma miríade de aplicações de inteligência artificial e interage diretamente com elas. Utilizam uma ferramenta terceira e não se apercebem dos dados que estão a dar para a organização”, alerta.
“E é esse tipo de controle que nós pretendemos fazer. Portanto, no Exército, o que está previsto é a utilização do tenant do co-pilot, dentro do tenant do Exército. Ou seja, a informação que a gente faz é dentro do nosso tenant, não vai para a internet, não anda a circular. Mesmo para a i...
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