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13 de abril de 2018 - Computer World

Bold quer contratar 100 colaboradores ao ano

Em 2017, a empresa portuguesa chegou aos 570 empregados. Até 2020 quer atingir os 800 postos de trabalho.

Há nove anos, eram dois. Bruno Mota e Tiago Gouveia, engenheiros. Hoje são 570, distribuídos por vários pontos do país e no exterior. Em 2020, a administração do Grupo Bold espera que a empresa atinja os 800 postos de trabalho. A empresa entrevista diariamente dezenas de candidatos aos lugares.

No ano passado, a Bold contratou cerca de 70 pessoas e prosseguiu a estratégia de diversificação por que se tem vindo a pautar, especialmente nos últimos dois anos e meio, em que deixou de se centrar exclusivamente nos serviços tendo evoluído para a inovação em produtos.

Também o negócio no exterior tem vindo a crescer e a empresa espera que a tendência se mantenha. Com 80 pessoas a integrar a equipa internacional, cerca de 10% dos resultados globais da empresa são provenientes do exterior. Até 2020, a equipa internacional vai continuar a crescer e Bruno Mota, director-executivo da empresa, espera que seja responsável por cerca de 40% do “turnover” do grupo.

Os resultados globais são outro dos destaques do ponto de situação que a empresa apresentou em conferência de imprensa. Em 2017, a empresa cresceu 22% para 22 milhões de euros e antecipa um crescimento equivalente durante o corrente ano.

A Bold International está focada na tecnologia, apoiada pelos diferentes centros de competência e pela unidade de outsourcing. A estratégia de crescimento da empresa, que se tem pautado pela diversificação das áreas de negócio, vai continuar a assentar nessa diversificação, no incremento das receitas geradas a partir de produtos e soluções.

Bruno Mota apontou, durante a conferência de imprensa, alguns dos principais momentos da Bold em 2017. Em Setembro adquiriu a Outfit, ao longo do ano investiu no desenvolvimento de produtos como o 9Mind7 ou o Studio e soluções inovadoras, para os clientes, ass...

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