Recrutar em tempos de COVID-19: empresas de TI contam como estão a preparar regresso
As empresas de TI estão neste momento a contratar em Portugal ? Para que áreas? Os processos de recrutamento mudaram? O regresso ao escritório vai ser para todos? E o teletrabalho veio para ficar? O SAPO TEK reuniu respostas de algumas das principais companhias.
Nas últimas semanas o mundo mudou, “obrigado” pela COVID-19 que já é visto como o principal acelerador da transformação digital dos últimos anos. Os efeitos fazem-se sentir em todas as áreas, da saúde à economia, e em diferentes dimensões e papéis assumidos, “individuais” ou “coletivos”. Claro que o trabalho não foi exceção, pelo contrário: é, muito provavelmente, um dos universos mais visados.
Com a ameaça de os robots poderem vir a substituir os humanos em muitas profissões esquecida, a discussão é por agora outra e as dúvidas são mais do que muitas, para empresas e trabalhadores. A pandemia obrigou a novas formas de organização, planeamento e estratégia, com o teletrabalho a ganhar uma dimensão nunca antes vista.
Ainda assim, as empresas de TI continuam à procura de talentos para reforçar as suas equipas e a contratar, adaptando os processos de recrutamento às necessidades dos seus projetos. Na galeria de imagens pode encontrar vários exemplos.
Face às contingências provocadas pela COVID-19, a Claranet Portugal tinha, em abril último, 90% dos seus colaboradores em teletrabalho. Os restantes 10% estavam nos escritórios ou em deslocações permanentes para clientes. O cenário é idêntico noutras empresas como a Ábaco, a Ericsson, a Softinsa, a Fujitsu, ou a Axians, que desde o dia 12 de março, também tem aproximadamente 90% dos seus colaboradores em regime de teletrabalho.
Na Quidgest apenas a equipa de infraestrutura que assegura o funcionamento dos equipamentos e redes, a gestão “e, mais recentemente, alguns colaboradores que se sentem mais confortáveis n...
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