Lisboa 2030 reforça aposta em centros tecnológicos. Programa anterior alocou 92 milhões de euros a esta área
O instrumento regional do Portugal 2020 para a região de Lisboa atribuiu mais de 90 milhões de euros à criação ou renovação de infraestruturas tecnológicas e Teresa Almeida sublinha que esta continua a ser uma prioridade do Lisboa 2030.
O Lisboa 2020 direcionou 92 milhões de euros para a criação de 20 novas infraestruturas tecnológicas. Esta foi uma das grandes apostas do programa Operacional Regional do Portugal, que está encerrado mas ainda a mostrar os últimos resultados, com a inauguração recente de alguns projetos emblemáticos, nomeadamente nesta área.
Este reforço das infraestruturas tecnológicas da capital continuará a ser uma prioridade do Lisboa 2030, garante Teresa Almeida, presidente da Comissão Diretiva do agora renomeado Programa Regional Lisboa 2030 e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, explicando que a aposta é e estratégia é de continuidade.
“Identificámos a oportunidade de acelerar a inovação no contexto das empresas” e percebeu-se que isso passa pela maturidade do ecossistema da inovação envolvente e, consequentemente, por criar e reforçar as infraestruturas de ciência e tecnologia.
Entre os investimentos deste género realizados, todos inaugurados nos últimos meses, está por exemplo o iBet Biofarma, o centro de valorização e transferência de tecnologia do iBET, um centro de I&D privado na área da biotecnologia. Conta com 30 laboratórios de nível de segurança 2 (para a manipulação de vírus não-patogénicos), um laboratório nível 3 (de manipulação de vírus patogénicos) e 700 m2 de salas limpas. O investimento na nova infraestrutura foi de 25 milhões de euros, 7,7 milhões de euros financiados pelo Lisboa 2020.
Mais recentemente, em outubro, cortou-se a fita do
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