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23 de janeiro de 2025 - ECO

Longe da febre dos ‘tokens’, portuguesa Realfevr está à venda

Longe da febre dos ‘tokens’, portuguesa Realfevr está à venda

Empresa das ligas de futebol de 'fantasia' apresentou insolvência, mas está em conversas avançadas com uma tecnológica de 'gaming' para um negócio de cerca de dois milhões de euros. 

Em 2022, valia 45 milhões de euros. Em 2025, está à venda por até dois milhões de euros. A empresa portuguesa Realfevr, que ganhou mediatismo com os seus NFT (tokens não fungíveis) de futebol, está em negociações avançadas para ser integrada noutra empresa do setor do jogo online (gaming), apurou o ECO. A tecnológica que conquistou investidores norte-americanos está pronta para renascer das cinzas à medida que as criptomoedas voltam a valorizar.

A empresa de blockchain (Web3) ligada ao desporto encaixou mais de 12 milhões de euros entre 2021 e 2022, em rondas de investimento de capital de risco através das sociedades de venture capital, como a norte-americana ADvantage, as portuguesas Semapa Next, Shilling Capital Partners e Apex Capital, também a SportMultimédia, a Moonrock Capital e a Morningstar Ventures e alguns jogadores profissionais, inclusive Sérgio Oliveira (Galatasaray) e Xeka (Estoril).

O ECO sabe que o CEO, o ex-presidente da Associação Portuguesa de Blockchain e Criptomoedas (APBC) Fred Antunes, cessou funções no final de agosto e que o CEO da Semapa Next, Hugo Augusto, também saiu da gestão e não se encontra no conselho de administração da Realfevr desde setembro. Contactado pelo jornal, Fred Antunes não quis fazer comentários.

A Realfevr operava no mercado dos NFT (tokens não fungíveis ou Non-Fungible Tokens), que arrefeceu nos úl...

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