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21 de fevereiro de 2020 - ECO

Empresas têm dificuldades em contratar para TIC. Portugal é o sétimo país da UE onde é mais fácil

Empresas têm dificuldades em contratar para TIC. Portugal é o sétimo país da UE onde é mais fácil

A aumentar há vários anos, as dificuldades das empresas da União Europeia em contratarem especialistas em tecnologias de informação e comunicação atingiu um pico no ano passado. 

É cada vez mais difícil para as empresas europeias contratarem no setor das tecnologias de informação e comunicação (TIC). A realidade é abrangente a toda a Zona Euro, onde mais de metade das empresas tiveram problemas, em 2018. Mas Portugal está do lado dos países onde é mais fácil encontrar mão-de-obra especializada, segundo mostram os dados divulgados esta sexta-feira pelo Eurostat. Ainda que quase metade tenha dificuldades neste tipo de contratações (47%).

“A contratação de especialistas em tecnologias da informação e comunicação é um desafio para as empresas da União Europeia (UE). Em 2018, 9% das empresas da UE recrutaram ou tentaram recrutar especialistas em TIC. Mais de metade destas empresas (58%) reportaram ter tido problemas em preencher as vagas para as quais eram necessárias competências relevantes de TIC“, revela o relatório do gabinete de estatísticas europeu.

Entre os vários países da UE, é na Roménia que é mais difícil, com apenas 3% a tentarem recrutar em 2018 e 90% destas a encontrarem dificuldades em fazê-lo. República Checa, Áustria ou Suécia estão também entre os Estados-membros com maiores dificuldades.

Do lado oposto, há apenas dois países onde a proporção de negócios que encontraram dificuldades em recrutar especialistas em TIC ficou abaixo de 40%: Espanha (27%) e Grécia (38%). Portugal é o sétimo país onde é mais fácil preencher estas vagas, mas ainda assim 47% das empresas não o consegue fazer.

“Está a tornar-se cada vez mais desafiante para as empresas da UE preencherem vagas para especialistas em TIC. A percentagem de empresas que consideravam ser difícil preencher essas posições situou-se em 37% em 2013 e 38% em 2014. No entanto, esta proporção est...

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