RSS

Notícias e novidades em tecnologia e recrutamento

Guardar
7 de dezembro de 2022 - ECO

82% das empresas vão recrutar em 2023. IT no pódio da procura

82% das empresas vão recrutar em 2023. IT no pódio da procura

82% dos empregadores pretendem contratar no próximo ano, um valor em linha com os verificados em anos de crescimento. Mas já há menos profissionais interessados em mudar de emprego. 

Com o atual cenário de guerra na Europa, a crise energética e inflação, cerca de metade dos empregadores admite sentir-se pouco ou nada otimista em relação ao clima económico global e às oportunidades de emprego que este possa gerar nos próximos dois a cinco anos. No entanto, 26% dos empregadores portugueses optam por um sentimento de neutralidade e 25% indicam mesmo que se sentem otimistas. No que toca às previsões de recrutamento para 2023, apesar do panorama económico instável, ainda não há fortes sinais de abrandamento: 82% dos empregadores pretendem contratar no próximo ano. Mas, cada vez menos profissionais demonstram vontade em mudar de trabalho, revela o guia anual da Hays.

“Apesar dos desafios que o mundo vive à data de fecho desta edição – a guerra na Ucrânia, uma potencial crise energética e as já muito discutidas dificuldades na cadeia de produção e distribuição – as empresas portuguesas querem continuar a reforçar as suas estruturas de forma muito semelhante a 2022. Um claro sinal de que, após uma crise pandémica, já muito pouco nos assusta ou surpreende”, começa por comentar Paula Baptista, managing director da Hays Portugal, citada no guia referente a 2023.

“Teremos, no entanto, de saber navegar um mercado de trabalho em plena transformação, onde cada vez menos profissionais qualificados demonstram interesse em mudar de emprego”, alerta.

A “esmagadora maioria” — das 800 empresas que participaram no estudo da consultora — conta recrutar no próximo ano: 82%. O valor está em linha com os verificados em anos de crescimento como 2018, 2019 e 2020, mas constitui uma ligeira quebra de dois pontos percentuais relativamente ao valor recorde verificado em 2022, ano de recuperaçã...

Consultar artigo completo em ECO

Newsletter
Newsletter
Estas notícias no teu email aqui!